50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual no CCBB - Revista By

50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual no CCBB

A exposição “50 anos de realismo – Do fotorrealismo à realidade virtual” chegou ao CCBB em São Paulo com cerca de 30 artistas e 100 obras!

Aberta ao público na última quarta feira, dia 7 de novembro, a exposição acontece até dia 14 de janeiro de 2019 no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo. Sob a curadoria de Tereza de Arruda, a exposição que é inédita no Brasil, terá itinerância pelas outras sedes do centro cultural, em Brasília e no Rio de Janeiro. O público terá a oportunidade de conhecer diferentes gerações do hiper-realismo em uma única mostra, incluindo alguns artistas que estiveram na histórica Documenta de Kassel de 1927. A curadoria traz um resgate histórico, com obras de artistas de diversas países: Alemanha, Brasil, Canadá, Dinamarca, Escócia, Espanha, Grécia, Inglaterra Japão, País de Gales e Suécia.

São cerca de 100 obras de 30 artistas nacionais e internacionais, onde é possível passar pelas fases de evolução do realismo, desde o fotorrealismo à realidade virtual. A mostra traz uma proposta inédita, pois como a representação da realidade na arte contemporânea nunca foi tratada com partida no fotorrealismo, sendo aprimorada no hiper-realismo, e posterior a isso a perspectiva de expansão futura da realidade virtual. Os visitantes poderão ver algumas obras icônicas, como as incríveis pinturas, que mais parecem fotografias, de John Salt, Antonis Titakis e Ralph Goings, enquanto na escultura, temos grande nomes como Peter Land e Carole A. Feuerman com suas obras que provocam desconforto.

O Brasil possui importantes representantes do hiper-realismo, como as fantásticas pinturas viscerais de Fábio Magalhães e as linhas arquitetônicas de Hildebrando de Castro. E em meio a tantos nomes na história da arte, uma das surpresas se dá pelo escultor Giovani Caramello, onde uma de suas obras, com mais de dois metros de altura, já se destaca logo no hall de entrada do museu. A tecnologia também está presente, com as obras em realidade virtual dos artistas Akihito Taniguchi, Theo Triantafyllidis, Andreas Nicolas Fischer e Banz & Bowinkel. Suas instalações interativas, exibidas em monitores e projeções espaciais, dialogam com outras obras, além de permitir a interação do público.

 

Fotos by Victoria Ordonez / Gabriel Amorim

 

 

 

 

 

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