Cidades Esponjas: Evitando enchentes em centros urbanos

Um fator comum em diversas metrópoles ao redor do mundo, refletem a necessidade de adaptar-se em meio ao cenário cada vez mais comum, os alagamentos. Em vista disso, inúmeros municípios inovaram ao aproveitar a oportunidade das cidades esponjas; ou seja, regiões em que se buscam a drenagem de águas, escoando-a para outro local.

Dessa maneira, nas metrópoles, em vez de coletar as águas da chuva e, levá-las o quanto antes aos rios, há o alagamento e, prejudicando a vida de inúmeros cidadãos. Entretanto, com a criação de parques alagáveis, tetos verdes e, inclusive, calçamentos permeáveis, possibilitam a fluidez da água sem gerar grandes perdas ao meio.

Cidades como Copenhague, Berlim e Nova Iorque, buscaram adaptar também o conceito ao seu cotidiano. Segundo o arquiteto Kongjian Yu, a proposta das Cidades Esponjas é de preservar os ecossistemas naturais e, são mais capazes de recuperar-se diante das adversidades. Da mesma maneira, o arquiteto diz que ao construi-las, ajudam, não somente a enfrentar o período da chuva, mas também a mantê-las fluindo durante os meses secos do ano. 

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