O realismo e a solidão by Edward Hopper

Edward Hopper tornou-se um dos grandes mestres do realismo. Suas pinturas retratam como poucas, a contemporaneidade e riqueza subliminar do cotidiano e são artifícios crus e, diretos; apesar disso, com imersão na melancolia e solidão do dia a dia.

Tornando-se reconhecido como um dos fotógrafos mais influentes do século XX, sendo que ele nunca de fato, tirara as fotos, mas sim, as pintava.

Em toda sua careira, Edward Hopper pintou aproximadamente 120 quadros, desde aquarelas à pinturas a óleo, sendo hoje, expostas ao redor do mundo e, outras, compradas por colecionadores.

Uma das mais importantes obras do pintor, aparece retratada em “Automat”, de 1927, onde traz uma mulher sentada sozinha, com olhos baixos e, sem presença humana ao redor, seja dentro ou fora do ambiente retratado.

Para Jessica Murphy, do Departamento de Arte Contemporânea do Museu Metropolitano de Nova Iorque, o mérito de Hopper fora ter conseguido refletir em suas telas, o sentimento com forte apelo popular; sendo também uma das grandes referencias em toro o Movimento Realista Americano.

Para muitos, a riqueza e solidão do cotidiano refletida em suas obras, tornaram-se enigmáticas a medida em que tomaram amplitude e, consigo, características de um dos pintores mais importantes do Século XX. 

Fotos by Divulgação  

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